sexta-feira, 26 de junho de 2009

Capítulo 7 –

Maite: Bom, tudo começou há uns anos atrás... quatro anos pra ser exata. Eu tinha 13 anos, morava com meus pais e era uma criança muito feliz. Um certo dia nós estávamos saindo de férias, eu, minha mãe, meu pai, e minha única avó. Eles eram minha única família, porque meus outros avós já tinham morrido e eu não tinha nenhum irmão, tio ou primo. Então, estamavos no carro indo em direção ao litoral quando... (voz vacila) quando um motorista bêbado bateu na gente. (chorando muito) O carro capotou varias vezes... ficou em pedaços... minha avó estava no bando de traz comigo, e quando viu que o caro ia bater ela se jogou em cima de mim pra me proteger e mandou eu fezar os olhos. Então eu fexei os olhos e apenas escutei barulhos e gritos, e ai de repente todo o barulho acabou, porque eu tinha desmaiado. Quando acordei estava no hospital, um pouco ferida mas estava bem. Quando perguntei pela minha família eles me disseram que apenas eu havia sobrevivido. (chorando desocontroladamente) Você imagina o que é aos treze anos receber a notícia de que você perdeu toda a sua família em um único acidente? Eu passei meses tomando remédios para me controlar, e depois que eu me recuperei completamente, me mandaram pra um orfanato, já que eu não tinha mais família. Mas o orfanato era horrível, eles obrigavam as crianças a fazerem toda a faxina do local, a esfregar chão, a cozinhar almoço para 200 crianças famintas. A comida de lá era uma droga. As camas desconfortáveis e as noites eram impiedosas, o frio tomava conta de mim. Eles não nos deixavam brincar nen nos divertir. Era uma verdadeira prisão infantil. Então quando eu fiz quatorze anos eu decidi fugir. (enxuga as lágrimas) Eu não sei de onde tirei essa coragem toda, mas eu consegui. Fugi de lá. Passei dias dormindo nas ruas, sem ter o que comer, então conheci uma garota da minha idade, que disse que mora nas ruas a anos, e que pra conseguir dinheiro pra comer ela dançava numa boate. Ela disse que eu era muito bonita por isso achava que eu poderia ganhar muito dinheiro fazendo isso também, e me levou até a boate. Eu comecei a dançar e a ganhar dinheiro. Com o dinheiro eu conseguia comer, mas eu precisava de um lugar onde morar. Então depois que eu fiz 15 anos eu comecei a me prostituir. Com o dinheiro eu consegui alugar um apartamento miserável que nen mobília tem, e comprar roupas para parecer gente descente. Passei a freqüentar a escola de dia, e de noite ia trabalhar. E levo essa vida há dois anos. Bom, é isso.
Nossa cara, eu não acredito ainda no que a Mai me contou. Eu posso ter bebido todas, mas essa notícia mesmo estando bêbada foi uma das piores. Cara, como pode isso? A menina perdeu os pais quando tinha 13 anos e desde os 15 anos ta na vida de programas? Cara essa mina precisa fazer alguns exames e largar essa vida, eu tenho que ajuda-la. (Breath: é verdade Anny ela precisa mesmo de ajuda!) Pois é Bre, acho que ela não merece isso, vou ajuda-la. (Breath: isso ai Anahí Giovanna ajude mesmo!).
Anahí: Maite, eu quero te ajudar, você vai sair dessa vida!
Maite: Como Anny? Eu não tenho dinheiro, eu não tenho casa, comida, e nem roupa.
Anahí: Roupa agente compra, casa você passa um tempo na minha e depois agente resolve, e comida nem se preocupe. Mais vamos na sua casa primeiro pegar suas coisas. (pega o celular e
chama um táxi)
Maite:
Obrigada Anny! (abraça) Não sei como te agradecer!
Nossa Bre, eu estou sentindo uma sensação tão boa por ter ajudado ela. É uma coisa tão diferente que nem sei como explicar (Breath: é carinho Anahí, você esta amolecendo esse seu coração), Que nada haver Breath, eu gosto de ajudar as pessoas, só não gosto de namorar =/ (Breath: você ainda vai se apaixonar por um cara lindo Anahí, tenho certeza! Rsrsrs), Ta pra nascer esse cara que vai mudar minha vida, e se já nasceu não mora no México. (Breath: Anny, Anny não fala isso.), ta Bre, quando surgir você me avisa beleza?
Anahí: entra ai Mai, (sorrindo e entrando no outro lado)
Maite: obrigada Anny, (sorri / falando a rua ao motorista)
Anahí: Mai, na sua casa tem café? Estou precisando de um pouco!
Maite: Isso tem Anny. (descendo do táxi)
Anahí: (falando com o motorista) Moço espera ai, agente não vai demorar! (olhando a casa)
XXxXxX: Certo Senhora.
Senhora? Bre to tão velha assim? Eu tenho só 17 anos! (Breath: minha querida Anahí, você só aparenta ser velha por causa dessa sua cara de drogada e por esta bêbada), muito obrigada Breath, por sempre lembrar desse pequeno detalhe. Prometo que um dia eu paro com isso, mas é um dia, por enquanto eu quero curtir... (Breath: Anny, é o que eu mais desejo! Fazer você parar de beber e de se drogar), Mas não se preocupe Bre, que eu posso parar a hora que eu quiser, só não paro agora pq não quero! (Breath: Sei, a historinha é essa né...),
Maite: Anny, a casa não tem nada, mais pode entrar
Anahí: imagina Mai, você vai sair dessa casa hoje.
Maite: *-----*
Breath, nunca pensei que fosse verdade o que essa mina passou, cara eu pensava que era brincadeiras de mal gosto do pessoal do colégio, mais definitivamente eu tenho certeza que a Mai vai mudar. (Breath: pois é Anny, você está fazendo uma boa ação), pois é Breath, você tem razão, eu vou mudar a Mai.

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3 comentários:

  1. Tadinha da Maite, mas que bom que a Anny vai ajudaar :]
    Guriia, como pedido no post anterior vou voltar a ler sua Weeb, Siim (y)
    Depois leio os outros posts acima ~ '

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  2. êeeee, meu guri vai voltar a elr minha web *-----------------* te amo ♥

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